DICA
»CHURRASQUEIRAS

Antes de mais nada, a churrascada exige espaço adequado e um equipamento eficiente. Eficiência, nesse caso, significa capacidade de suprir a demanda de serviço associada a um ótimo preparo de carne.
O ideal é que o grelhado, seja de carne de boi, porco ou frango, fique macio e suculento. Isso só é obtido quando o calor é produzido por brasas, e não por chamas, que tostam a carne por fora e a deixam crua por dento. Quando dimensionada corretamente, além do óbvio prazer gastronômico, a churrasqueira oferece economia de tempo e carvão.

O bom funcionamento de uma churrasqueira depende diretamente de dimensões adequadas ao uso. Os modelos mais utilizados são os pequenos, com 120cm de comprimento, 80cm de profundidade, 160cm de altura e coifa de 120cm de comprimento por 60cm de altura. Há uma opção ainda menor, com 100cm de comprimento, 80cm de profundidade e coifa com 100cm de comprimento e 60cm de altura, ideal para espaços reduzidos e famílias pequenas.
A distância entre a carne e as brasas depende do carvão. Quanto maior a quantidade, mais longe devem ficar os alimentos. Assim, as modernas churrasqueiras vêm com a possibilidade de controlar a altura da grelha, por meio de sistemas de graduação, na forma de prateleiras reguláveis ou a partir de manivelas e correntes.

Em alvenaria ou pré-fabricada, a montagem de um churrasqueira, todavia, exige alguns complementos. Primeiro, uma cobertura, mesmo num local ao ar livre - uma boa idéia é o quiosque -, para proteção contra o mau tempo. Ao lado, deve-se prever a instalação de uma bancada e de uma pia, sob as quais possam se guardar carvão, sal e temperos. Pontos de água e luz são tão indispensáveis quanto facões e espetos.

ENCANAMENTO


As informações abaixo buscam apresentar as principais características dos materiais normalmente utilizados em encanamentos hidráulicos:
PVC - material plástico, de baixo custo, com uso recomendado apenas para a condução de água na temperatura ambiente (cerca de 20ºC). Suas conexões são soldadas a frio, compreendendo o lixamento da tubulação, a colocação de um preparado químico e o encaixe das duas superfícies, que vão se unindo até a solidificação. No caso de condução de esgoto, a tubulação não deve ficar exposta ao sol, uma vez que os raios ultravioleta podem causar danos;

PINTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL


Na construção civil a pintura representa uma operação de grande importância, uma vez que as áreas pintadas são, normalmente, muito extensas, implicando num alto custo. Há uma tendência natural em considerar a pintura uma operação de decoração, porém, além de decorar e proteger o substrato, a tinta pode oferecer melhor higienização dos ambientes, servindo também para sinalizar, identificar, isolar termicamente, controlar luminosidade e podendo ainda ter suas cores utilizadas para influir psicologicamente sobre as pessoas.
Concreto e reboco - aguardar pelo menos 30 dias para cura total. Sobre rebocos fracos, deve-se aplicar o fundo preparador de paredes para aumentar a coesão das partículas da superfície, evitando problemas de má aderência e descascamento. Quando essas superfícies tiverem absorções diferenciadas, deverá ser aplicado um selador acrílico pigmentado para uniformizar a absorção. O concreto deve estar seco, limpo, isento de pó, sujeira, óleo e agentes desmoldantes.
Madeira - deve ser limpa, aparelhada, seca e isenta de óleos, graxas, sujeiras ou outros contaminantes. Madeiras resinosas ou áreas que contém nós devem ser seladas com verniz. Um procedimento aconselhável é selar a parte traseira e os cantos da madeira antes de instalá-la, para evitar a penetração de umidade por esse lado. Uma cuidadosa vedação de furos, frestas, junções é necessária para prevenir infiltrações de água de chuva.
Ferro e aço - materiais muito vulneráveis à corrosão. Devem ser removidos todos os contaminantes que possam interferir na aderência máxima do revestimento, inclusive a ferrugem; o processo de preparo depende do tipo e concentração dos contaminantes e as exigências específicas de cada tipo de tinta. Alguns tipos de tinta têm uma boa aderência somente quando a superfície é preparada com jateamento abrasivo, que produz um perfil rugoso adequado para a perfeita ancoragem do revestimento.

TRINCAS E FISSURAS


Trincas e fissuras ocupam o segundo lugar entre os defeitos mais comuns na construção civil, perdendo apenas para os problemas de umidade.
Elas são causadas pela movimentação de materiais e componentes da construção e, em geral, tendem a se acomodar. Podem ainda ser conseqüência da ocorrência de vibrações na área. Somente devem causar preocupação quando sua abertura ultrapassa 3,2mm.
Apesar de ser difícil avaliar o problema sem conhecer a situação, normalmente as trincas de lajes que denunciam fragilidade na estrutura podem ser identificadas quando formam ângulo de 45º em relação à laje, são próximas aos cantos e se dirigem ao centro da laje. Outro tipo que apresenta risco é a trinca que não toca a parede. Fissuras em forma de flor próximas a um pilar ou as que lembram flechas também merecem cuidado. Já trincas isoladas, que atinjam a parede, não devem preocupar muito.
Para tentar eliminar problemas dessa natureza de pequena grandeza, sugere-se:
a) para pequenas fissuras, a solução tradicional é retocar o reboco usando argamassa ou massa acrílica, mas as fissuras podem reaparecer. Outra alternativa é passar tinta elastomérica pura na região e depois aplicar duas ou três demãos do mesmo produto, diluído conforme indicação do fabricante.
b) para pequenas trincas, formar, sobre ela, um "V", com uma ferramenta chamada abre-trinca, ultrapassando 10cm em cada extremidade. Limpar a superfície e aplicar fundo preparador de paredes. Preencher a fenda com sela-trinca ou argamassa e colocar uma tela de poliéster. Acertar com massa e usar tinta elastomérica.